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Que tal uma tainha de cativeiro?

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Parceria entre a Empresa de Pesquisa Agrícola e Extensão Rural do Estado (Epagri), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a empresa Atlântico Sul Maricultura retomaram os trabalhos com experimentos que preveem reproduzir tainha ( Mugil liza) em cativeiro e cultivar em grande escala. O estudo estava parado há 30 anos e agora entra em uma nova fase. A intenção é que a tecnologia seja usada para reprodução comercial do peixe durante todo o ano. A pesquisa foi retomada ano passado com a captura de 68 peixes no sul do estado que foram utilizados como reprodutores. Como resultado pesquisadores exibem mais de 100 mil alevinos com quarenta dias de vida. A próxima etapa é a recria e engorda fora do laboratório.

A pesquisa é resultado da busca de novas alternativas para os criadores de camarão em cativeiro que estão com seus viveiros parados, em função da doença da mancha branca. Após dez anos da crise nos cativeiros de camarões na cidade de Laguna e região, muitos dos produtores ainda não se recuperaram. O fato da mancha branca ainda estar presente no solo dos viveiros, seu difícil controle e de quebra a falta de confiança dos proprietários das terras após tantos prejuízos, mostram que, o único caminho é encontrar novas alternativas para a utilização destes viveiros. A proposta concluiu a fase de produção de alevinos de tainha e agora pesquisadores se preparam para a segunda etapa, a avaliação de sistemas de recria e engorda da tainha.

Fonte: observasc
Foto: Divulgação/Epagri

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